Conheça os vencedores do Festival do Rio 2016

Parece que foi ontem que subia o post sobre a programação do Festival do Rio.

Um dos principais festival de cinema do Brasil começou no dia 06 de outubro e terminou hoje, 16. Na verdade terminou ontem, mas hoje foi o dia separado só para a premiação.

Com um leque imenso de filmes participando, o Festival separa a premiação por categorias, são elas: Première Brasil (a categoria principal, o Troféu Redentor), Prêmio da Crítica Fripesci, Novos RumosPrêmio FélixMostra Geração. Entre os vencedores em destaques estão o Fala Comigo, de Felipe Sholl, Era Hotel Cambridge, de Eliane Caffé, e Divas Divinas, de Leandra Leal.

O longa de Felipe, que levou o principal prêmio da noite de Melhor Longa-Metragem de Ficção, e o de melhor atriz para Karine Teles (Que Horas Ela Volta?), traz a história de Diogo (Tom Karabachian), um jovem de 18 anos, que tem o costume de ligar para as pacientes da sua mão que é psicanalista. A partir desse ‘gosto’, dessa ‘mania’, ele conhece Ângela (a própria Karine), uma mulher de 40 anos, que acabou de ser abandonada pelo marido. Ela também se apaixona por ele, e ao mesmo tempo começam a tentar encontrar alguma maneira de permanecerem juntos, mas a diferença dilemas acabam atrapalhando esta situação, inclusive o caminho do próprio Diogo em direção à idade adulta.

Fala Comigo, de Felipe Sholl, com Denise Fraga e Emílio de Mello.
Fala Comigo, de Felipe Sholl, com Denise Fraga e Emílio de Mello.

Só pela sinopse – e pelo o elenco – fiquei super curiosa de ver a produção nas telonas.

E agora? Vamos à lista completa dos ganhadores?

E os vencedores do Festival do Rio 2016 foram…

Première Brasil 

JÚRI: presidido por Charles Tesson, crítico e Diretor da Semana da Crítica do Festival de Cannes, e composto por Maria Augusta Ramos, diretora, Rodrigo Santoro, ator e Sandra Kogut, diretora. 

MELHOR LONGA-METRAGEM DE FICÇÃO –  Fala Comigo, de Felipe Sholl

MELHOR LONGA-METRAGEM DE DOC –  A Luta do Século, de Sérgio Machado

MELHOR CURTA-METRAGEM – O Estacionamento, de William Biagioli

Menção Honrosa curta-metragem – Demônia, um Melodrama em 3 atos, de Fernanda Chicollet e Cainan Baladez

MELHOR DIREÇÃO DE FICÇÃO –  Cristiane Oliveira por Mulher do Pai

MELHOR DIREÇÃO DE DOC – Sérgio Oliveira por Super Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos

Menção Honrosa Direção de Documentário – Marcos Prado, por Curumim

MELHOR ATRIZ – Karine Teles por Fala Comigo

MELHOR ATOR – Nelson Xavier, por Comeback e Julio Andrade por Redemoinho e Sob Pressão

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE – Verónica Perrotta por Mulher do Pai

MELHOR ATOR COADJUVANTE – Stepan Nercessian por Sob Pressão

MELHOR FOTOGRAFIA – Fernando Lockett por Superorquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos e Heloisa Passos por Mulher do Pai

MELHOR MONTAGEM –  Marcio Hashimoto por Era o Hotel Cambridge

MELHOR ROTEIRO –  Martha Nowill e Charly Braun por Vermelho Russo

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI – Redemoinho, de José Luiz Villamarim

 

NOVOS RUMOS

Júri composto por Beth Sá Freire, curadora, Eron Cordeiro, ator e Marina Meliande, produtora e diretora.

MELHOR FILME –  Então Morri, de Bia Lessa e Dany Roland

MELHOR CURTA –  Não me prometa nada, de Eva Randolph

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI –  Deixa Na Régua, de Emílio Domingos

Menção Honrosa – Layla Kayã Sah pela atuação (Janaína Overdrive, de Mozart Freire)

VOTO POPULAR:

MELHOR LONGA FICÇÃO: Era o Hotel Cambridge, de Eliane Caffé

MELHOR LONGA DOCUMENTÁRIO:  Divinas Divas, de Leandra Leal

MELHOR CURTA:  Demônia, um Melodrama em 3 atos de Fernanda Chicollet e Cainan Baladez

PRÊMIO DA CRÍTICA  FIPRESCI

Júri composto por Klaus Eder, Ivonete Pinto e Filippo Pitanga

– Viejo Calavera, de Kiro Russo

– Era o Hotel Cambridge, de Eliane Caffé

 

PRÊMIO FELIX

Juri composto por Katia Adler, organizadora e diretora do Festival de Cinema Brasileiro de Paris e dos Festivais de Toronto e Montreal, Milton Cunha, jornalista, carnavalesco internacional e comentarista da TV Globo e Gilson Packer (Gerente Geral do CineSESC e também coordena o Projeto Tchorfland, que retratará 20 anos da militância LGBT em São Paulo)

Melhor Longa Ficção:  Rara (Estranha), de Pepa San Martin

Melhor Longa Doc:  Divinas Divas, de Leandra Leal

Prêmio Especial do Júri: Love Snaps, de Daniel Ribeiro e Rafael Lessa

Prêmio Suzy Capó Personalidade Felix de 2016:  Lea T

 

MOSTRA GERAÇÃO

VENCEDOR DO JURI POPULAR:  Bruxarias Brujerías de Virginia Curiá –  Animação/ Espanha / Brasil

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Carol Cruz

Uma pessoa completamente apaixonada pela cultura (por todo tipo de cultura), uma produtora vidrada pelo mundo do teatro, principalmente dos musicais. Viciada em uma adrenalina de uma produção, seja ela em um ao vivo ou em um evento. Fofurices me encantam mas Caetano também. Escreve culturalmente através deste blog!

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