#GPdoCinema! “Que horas ela volta?” se consagra o grande vencedor da noite (do ano)!

grande-otelo-notaE o grande dia chegou! O Grande Prêmio do Cinema Brasileiro chegou!

Foi a 15ª edição do evento, que foi muito bem feito (pelo menos para quem estava aqui do outro lado da telinha acompanhando tudo pela transmissão do Canal Brasil). Já acompanhei outros prêmios que não foram tão organizados e planejados como o GP.

Ele já começou ganhando quando a produção escolheu como apresentadores os atores Cris Vianna, Fabrício Boliveira e (a voz de) Lázaro Ramos – que não estava lá fisicamente mas que apresentou todas as indicações com ‘offs’ gravados anteriormente. Os três representaram bem nossa identidade, apresentando, improvisando, e guiando bem a noite no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Como já falei da programação, de toda a organização e planejamento que foram muito bem realizados, devo falar que isso se deu graças à direção do Rafael Dragaud, que fez sua estreia no GP este ano.

Com o tema Manifesto, nada melhor que participações. E dessa vez tivemos participações em vários sentidos. Primeiro a participação do grande público compondo o cenário através de tweets (quem acompanha a gente na rede social – @culturalmentef – sabe o quanto nós a d o r a m o s esta rede social! A melhor ever) com a hashtag #GPdoCinema e com comentários sobre a premiação, os filmes indicados, os convidados e muito mais.

Podemos considerar outro manifesto – sim, podemos – a homenagem feita à Daniel Filho. Para este momento nós não vimos só vídeozinhos com falas. Nós vimos pessoas importantes para a carreira do diretor levantando da cadeira do Municipal e fazendo – de surpresa – discursos sobre a importância de Daniel na vida deles e da importância da homenaem. Essas pessoas foram: Didi Aragão, Deborah Bloch, Denis Carvalho. Gregório Duvivier foi o primeiro à puxar a homenagem em cima do palco mesmo.

A segunda homenagem da noite foi para Chico Moreira. O fotógrafo, pesquisador, montador, restaurador recebeu a homenagem póstuma pelas mãos do seu filho, que agradeceu por aquele momento e lembrou que, infelizmente, ele não teve muito contato com o lado profissional do audiovisual com o pai.

Mais tivemos mais um outro momento de manifesto, que acabou sendo um grande momento de homenagem. Isso tudo ocorreu quando a atriz Tacy de Campos, responsável por representar Cássia Eller no musical “Cássia Eller – O Musical”, entrou no palco interpretando a artista junto com pessoas que além de cantar, protestavam. Ou melhor, se manifestavam.

Para os profissionais da área que já se foram, uma bela apresentação do rapper Flávio Renegado foi feita. Enquanto cantava um rap especial para eles, passavam imagens no telão que iam conversando com a cada parte da letra do rap.

Sobre os grandes vencedores da noite: ‘não foram grandes novidades’. Se os principais indicados eram Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaerte (ATENÇÃO! CLIQUE NO LINK PARA SABER DA MAIS NOVA NOVIDADE!), e Chatô – O Rei do Brasil, de Guilherme Fontes, com 14 e 12 indicações, respectivamente, foi mais fácil imaginar que os dois seriam os grandes vencedores. Mas – na minha opinião – isso só acontece para firmar a grandeza do produto apresentados nesses dois filmes.

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O longa de Anna veio com toda a força mostrando que o poder #GirlPower ‘tá’ aqui, mais forte do que nunca! Mostrando que todos se identificaram com a história da Val, da Jéssica e de todos os personagens presentes no filme que ganhou sete prêmios da noite: melhor filme, direção, atriz, atriz coadjuvante, montagem, roteiro original e prêmio do júri popular.

Chatô levou cinco, os mais técnicos, como o de melhor som, melhor figurino e melhor maquiagem. Guilherme também recebeu o prêmio de melhor roteiro adaptado e representou Marco Rica ao receber prêmio de melhor ator pelo amigo que não pôde comparecer.

Antes de mostrar os todos os ganhadores, tenho que destacar um depoimento. Digamos que um especial momento. O momento em que o diretor Domingos de Oliveira recebeu o prêmio de melhor comédia por Infância e, depois que foi ovacionado de pé pela plateia, ele soltou A frase: “faça oitenta anos que você vai começar à ganhar um monte de prêmios”. Irônico e amável<3 SE EU NÃO ME ENGANO, ele falou o mesmo no Festival de Gramado quando foi um dos grandes premiados com o seu BR 716.

Confira agora a lista completa das melhores produções de 2015/2016!

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MELHOR LONGA-METRAGEM DE FICÇÃO

– A HISTÓRIA DA ETERNIDADE de Camilo Cavalcante. Produção: Camilo Cavalcante por Aurora Cinema e Marcello Ludwig por Republica Pureza Filmes

– AUSÊNCIA de Chico Teixeira. Produção: Denise Gomes, Lili Bandeira e Paula Cosenza por BossaNovaFilms

– CALIFÓRNIA de Marina Person. Produção: Carmem Maia, Giulia Setembrino, Gustavo Rosa de Moura e Marina Person por Mira Filmes

– CASA GRANDE de Fellipe Gamarano Barbosa. Produção: Iafa Britz por Migdal Filmes e Mauro Pizzo por Guiza Produções

– CHATÔ – O REI DO BRASIL de Guilherme Fontes. Produção: Guilherme Fontes por Guilherme Fontes Filmes

– QUE HORAS ELA VOLTA? de Anna Muylaert. Produção: Caio Gullane, Fabiano Gullane, Debora Ivanov por Gullane e Anna Muylaert por África Filmes

– SANGUE AZUL de Lírio Ferreira. Produção: Beto Brant, Lírio Ferreira e Renato Ciasca por Drama Filmes

– TUDO QUE APRENDEMOS JUNTOS de Sérgio Machado. Produção: Caio Gullane, Fabiano Gullane, Debora Ivanov e Gabriel Lacerda por Gullane

 

MELHOR LONGA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

– BETINHO, A ESPERANÇA EQUILIBRISTA de Victor Lopes. Produção: Angela Zoé por Documenta Filmes

– CAMPO DE JOGO de Eryk Rocha. Produção: Eryk Rocha por Aruac Filmes, Mônica Botelho por Mutuca Filmes e Samantha Capdevile por Filmegraph

– CÁSSIA ELLER de Paulo Henrique Fontenelle. Produção: Iafa Britz e Carolina Castro por Migdal Filmes

– CHICO – ARTISTA BRASILEIRO de Miguel Faria Jr. Produção: Migue | Faria Jr. e Jorge Peregrino por 1001 filmes ltda

– ÚLTIMAS CONVERSAS de Eduardo Coutinho. Produção: João Moreira Salles por Vídeo Filmes

 

MELHOR LONGA-METRAGEM COMÉDIA

– INFÂNCIA de Domingos Oliveira. Produção: Domingos Oliveira por Teatro Ilustre e Renata Paschoal por Forte Filmes

– PEQUENO DICIONÁRIO AMOROSO 2 de Sandra Werneck. Produção: Sandra Werneck por Cineluz Produções

– S.O.S. MULHERES AO MAR 2 de Cris D’Amato. Produção: Julio Uchôa por Ananã Produções

– SORRIA, VOCÊ ESTA SENDO FILMADO de Daniel Filho. Produção: Daniel Filho por Lereby Produções

– SUPER PAI de Pedro Amorim. Produção: David Gerson, Guilherme Keller, João Queiroz e Justine Otondo por Querosene Filmes

 

MELHOR LONGA-METRAGEM ANIMAÇÃO

– ATÉ QUE A SBÓRNIA NOS SEPARE de Otto Guerra. Produção: Marta Machado e Otto Guerra por Otto Desenhos Animados

– RITOS DE PASSAGEM de Chico Liberato. Produção: CandidaLuz Liberato por Liberato Produções Culturais Ltda ME

 

MELHOR DIREÇÃO

– ANNA MUYLAERT por Que horas ela volta?

– CAMILO CAVALCANTE por A história da eternidade

– CHICO TEIXEIRA por Ausência

– DANIEL FILHO por Sorria, você esta sendo filmado

– EDUARDO COUTINHO por Últimas conversas

– ERYK ROCHA por Campo de jogo

– FELLIPE GAMARANO BARBOSA por Casa Grande

 

MELHOR ATRIZ

– ALICE BRAGA como EVA por Muitos homens num só

– ANDRÉA BELTRÃO como VIVI por Chatô – o rei do Brasil

– DIRA PAES como FLORITA por Órfãos do Eldorado

– FERNANDA MONTENEGRO como DONA MOCINHA por Infância

– MARCÉLIA CARTAXO como QUERÊNCIA por A história da eternidade

– REGINA CASÉ como VAL por Que horas ela volta?

 

MELHOR ATOR

– DANIEL DE OLIVEIRA como GUIMA por A estrada 47

– IRANDHIR SANTOS como NEY por Ausência

– JOÃO MIGUEL como AUGUSTO MATRAGA por A hora e a vez de Augusto Matraga

– LÁZARO RAMOS como LAERTE por Tudo que aprendemos juntos

– MARCO RICCA como CHATÔ por Chatô – o rei do Brasil

 

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

– CAMILA MÁRDILA como JÉSSICA por Que horas ela volta?

– FABIULA NASCIMENTO como ROSA por Operações especiais

– GEORGIANA GOES como LIA por Casa Grande

– KARINE TELES como DONA BÁRBARA por Que horas ela volta?

– LEANDRA LEAL como LOLA por Chatô – o rei do Brasil

 

MELHOR ATOR COADJUVANTE

– ÂNGELO ANTÔNIO como CÉSAR por A Floresta que se move

– CHICO ANYSIO como MAJOR CONSILVA por A hora e a vez de Augusto Matraga

– CLAUDIO JABORANDY como NATANIEL por A história da eternidade

– LOURENÇO MUTARELLI como DR. CARLOS por Que horas ela volta?

– MARCELLO NOVAES como HUGO por Casa Grande

 

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA

– ADRIAN TEIJIDO por Órfãos do Eldorado

– BÁRBARA ALVAREZ por Que horas ela volta?

– JOSÉ ROBERTO ELIEZER, ABC por Chatô – o rei do Brasil

– LULA CARVALHO por A hora e a vez de Augusto Matraga

– MAURO PINHEIRO JR por Sangue azul

 

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

– ADIRLEY QUEIRÓS por Branco sai, Preto fica

– ANNA MUYLAERT por Que horas ela volta?

– CAMILO CAVALCANTE por A história da eternidade

– FELLIPE GAMARANO BARBOSA e KAREN SZTAJNBERG por Casa Grande

–VICENTE FERRAZ por A estrada 47

 

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

– DOMINGOS OLIVEIRA – adaptado da obra teatral “Do fundo do lago escuro” de Domingos Oliveira – por Infância

– GUILHERME COELHO – adaptado da obra “Orfãos do Eldorado” de Milton Hatoum – por Órfãos do Eldorado

– GUILHERME FONTES, JOÃO EMANUEL CARNEIRO e MATTHEW ROBBINS – adaptado da obra “Chatô – O Rei do Brasil” de Fernando Morais – por Chatô – o rei do Brasil

– LUSA SILVESTRE e MARCELO RUBENS PAIVA – adaptado da Obra teatral “No Retrovisor” de Marcelo Rubens Paiva – por Depois de tudo

– MANUELA DIAS e VINÍCIUS COIMBRA – adaptado da obra “Sagarana – conto: A hora e a vez de Augusto Matraga” de João Guimarães Rosa – por A hora e a vez de Augusto Matraga

– MARCOS JORGE – adaptado da obra “Os velhos marinheiros” de Jorge Amado – por O duelo

 

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

– ANA MARA ABREU por Califórnia

– ANA PAULA CARDOSO por Casa Grande

– GUALTER PUPO por Chatô – o rei do Brasil

– JULIA TIEMANN por A história da eternidade

– JULIANA CARAPEBA por Sangue azul

– MARCOS PEDROSO e THALES JUNQUEIRA por Que horas ela volta?

 

MELHOR FIGURINO

– ANDRÉ SIMONETTI e CLAUDIA KOPKE por Que horas ela volta?

– BETH FILIPECKI e RENALDO MACHADO por A hora e a vez de Augusto Matraga

– ELISABETTA ANTICO por A estrada 47

– GABRIELA CAMPOS por Casa Grande

– LETÍCIA BARBIERI por Califórnia

– RITA MURTINHO por Chatô – o rei do Brasil

 

MELHOR MAQUIAGEM

– ANNA VAN STEEN por Califórnia

– AURI MOTA por Casa Grande

– FEDERICO CARRETTE e VICENZO MASTRANTONO por A estrada 47

– MARIA LUCIA MATTOS e MARTÍN MACIAS TRUJILLO por Chatô – o rei do Brasil

– TAYCE VALE e VAVÁ TORRES por A hora e a vez de Augusto Matraga

 

MELHOR EFEITO VISUAL

– GUILHERME RAMALHO por Que horas ela volta?

– MARCELO SIQUEIRA, ABC por Entrando numa roubada

– MARCELO SIQUEIRA, ABC por Linda de morrer

– MARCUS CIDREIRA por Chatô – o rei do Brasil

– ROBSON SARTORI por A estrada 47

 

MELHOR MONTAGEM FICÇÃO

– ALEXANDRE BOECHAT por A hora e a vez de Augusto Matraga

– FELIPE LACERDA e UMBERTO MARTINS, ABC por Chatô – o rei do Brasil

– KAREN HARLEY por Órfãos do Eldorado

– KAREN HARLEY por Que horas ela volta?

– MAIR TAVARES por A estrada 47

 

MELHOR MONTAGEM DOCUMENTÁRIO

– CARLOS NADER e ANDRÉ BRAZ por Homem Comum

– DIANA VASCONCELLOS por Chico – Artista Brasileiro

– PAULO HENRIQUE FONTENELLE por Cássia Eller

– PEDRO ASBEG, EDT e VICTOR LOPES por Betinho, a esperança equilibrista

– RODRIGO PASTORE por Cauby – Começaria tudo outra vez

MELHOR SOM

– ACÁCIO CAMPOS, BRUNO ARMELIM, GABRIELA CUNHA, JÚLIO CÉSAR, ERIC RIBEIRO CHRISTANI e CAETANO COTRIM por Cássia Eller

– BRUNO FERNANDES e RODRIGO NORONHA por Chico – Artista Brasileiro

– EVANDRO LIMA, WALDIR XAVIER e DAMIÃO LOPES por Casa Grande

– GABRIELA CUNHA, MIRIAM BIDERMAN, ABC, RICARDO REIS e PAULO GAMA por Que horas ela volta?

– JOSÉ MOREAU LOUZEIRO e AURÉLIO DIAS por A hora e a vez de Augusto Matraga

– MARK VAN DER WILLIGEN, MARCELO CYRO, PEDRO LIMA e SÉRGIO FOUAD por Chatô – o rei do Brasil

 

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL

– ALEXANDRE GUERRA e FELIPE DE SOUZA por Tudo que aprendemos juntos

– ALEXANDRE KASSIN por Ausência

– FÁBIO TRUMMER e VITOR ARAÚJO por Que horas ela volta?

– PATRICK LAPLAN e VICTOR CAMELO por Casa Grande

– ZBGNIEW PREISNER por A história da eternidade

– ZECA BALEIRO por Oração do amor selvagem

 

MELHOR TRILHA SONORA

– LOS HERMANOS por Los Hermanos – Esse é só o começo do fim das nossas vidas

– LUIS CLAUDIO RAMOS – a partir da obra de Chico Buarque – por Chico – Artista Brasileiro

– LUIZ AVELLAR por A estrada 47

– NELSON HOINEFF – a partir da obra de Cauby Peixoto – por Cauby – Começaria tudo outra vez

– PAULO HENRIQUE FONTENELLE – a partir da obra de Cássia Eller – por Cássia Eller

 

MELHOR LONGA-METRAGEM ESTRANGEIRO

– BIRDMAN – A INESPERADA VIRTUDE DA IGNORÂNCIA (Birdman, ficção, EUA) – Dirigido por Alejandro Gonzales Iñarritu. Distribuição: Fox Films

– LEVIATÃ (Leviathan, ficção, Rússia) – Dirigido por Andrey Zvyagintsev. Distribuição: Imovision

– O SAL DA TERRA (Le Sel de La Terre, Documentário, França, Itália) – Dirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado. Distribuição: Imovision

– OLMO E A GAIVOTA (Olmo and the seagull, documentário, Brasil, Dinamarca e Portugal) – Dirigido por Petra Costa e Lea Glob. Distribuição: Pandora Filmes

– WHIPLASH – EM BUSCA DA PERFEIÇÃO (Whiplash, ficção, EUA) – Dirigido por Damien Chazell. Distribuição: Columbia Tristar

 

MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMAÇÃO

– ATÉ A CHINA de Marão

– ÉGUN de Helder Quiroga

– GIZ de Cesar Cabral

– O QUEBRA-CABEÇA DE TÁRIK de Maria Leite

– VIRANDO GENTE de Analúcia Godoi

 

MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

– A FESTA E OS CÃES de Leonardo Mouramateus

– CORDILHEIRA DE AMORA II de Jamille Fortunato

– DE PROFUNDIS de Isabela Cribari

– ENTREMUNDO de Renata Jardim e Thiago B. Mendonça

– RETRATO DE CARMEM D. de Isabel Joffily

– UMA FAMILIA ILUSTRE de Beth Formaggini

– PRAÇA DA GUERRA de Edimilson Gomes

 

MELHOR CURTA-METRAGEM FICÇÃO

– HISTÓRIA DE UMA PENA de Leonardo Mouramateus

– LOÏE E LUCY de Isabella Raposo e Thiago Brito

– OUTUBRO ACABOU de Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes

– QUINTAL de Andrés Novais

– RAPSÓDIA DE UM HOMEM NEGRO de Gabriel Martins

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Carol Cruz

Uma pessoa completamente apaixonada pela cultura (por todo tipo de cultura), uma produtora vidrada pelo mundo do teatro, principalmente dos musicais. Viciada em uma adrenalina de uma produção, seja ela em um ao vivo ou em um evento. Fofurices me encantam mas Caetano também. Escreve culturalmente através deste blog!

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