#CFEntrevista! Cristiane Oliveira e Marat Descartes falam sobre o filme “Mulher do Pai”

No último dia 19, a produção brasileira Mulher do Pai, de Cristiane Oliveira, entrou no circuito nacional e está em cartaz em diversas cidades do Brasil. O filme conta a história de Ruben (Marat Descartes), um pai deficiente visual, que tem seu dia a dia todo programado, todo organizado, que tem uma filha chamada Nalu (Maria Galant), que está em plena mudança da fase adolescente para a fase mulher. É uma história que fala sobre a relação entre os dois e a relação dos dois com a vida, principalmente quando eles passam por uma forte mudança, que acaba mudando essa relação e o cotidiano de Ruben.

 

É um filme forte e ao mesmo tempo sensível. Um filme super bem feito, com uma direção delicada e bem poética, com um roteiro bem intenso. Essa mistura deu muito certo. Cristiane soube medir muito bem a intensidade com a poesia do filme.

A diretora Cristiane Oliveira em cena com o ator Marat Descartes. Foto: Gustavo Galvão/ Divulgação

Antes do filme estrear, conversamos com a diretora e escritora Cristiane e com o ator Marat sobre o filme, que nos contaram detalhes da produção e algumas maravilhosas curiosidades de bastidor.

Com Cristiane Oliveira não só falei sobre a inspiração que ela teve para produzir seu primeiro longa, mas falamos sobre os diversos festivais que o filme já participou, os prêmios que ele já levou e sobre alguns detalhes que me chamaram a atenção: a locação – muito, muito mesmo, bem escolhida – e  a trilha e os efeitos sonoros. No começo do texto, falei que o filme era muito bem feito. Quando falei isso, estava lembrando do quanto a direção e a fotografia conversaram muito bem, mas o quanto aquele vila escolhida como cenário conversou tão bem com a história, e o quanto alguns detalhes da trilha fizeram toda a diferença.

CF: De onde veio sua inspiração para fazer o filme?

CF: E como você chegou até os atores? 

CF: Como você descobriu a locação do filme?

CF: Pretendem passar o filme na vila?

CF: O que o filme mudou na vida dos moradores da Vila?

CF: Além da fotografia, da direção, a trilha sonora me chamou muito a atenção. O funk, que deu uma quebra que ficou muito boa. Queria que você falasse um pouco sobre isso. E tem uma respiração ao fundo que aparece algumas vezes no filme, é isso?

CF: Como foi ter o seu primeiro longa em vários festivais mundiais, inclusive levando alguns prêmios?

CF Quais são os próximos projetos?

 

As “pílulas” que Cristiane citou na entrevista, estão entrando aos poucos no canal da Vitrine Filmes – distribuidora do filme – junto com outros vídeos, como o making of.

Com Marat Descartes falamos sobre o filme, sobre a relação dele com o personagem, e, principalmente, da preparação de elenco. Todos os atores do filme estão muito bem. Ao assistir, você sente a entrega que os atores tiveram com os personagens. As atuação são lindas, intensas e sensíveis.

CF: De onde veio o convite para fazer o filme?

CF: Como foi o primeiro contato do personagem nessa primeira leitura?

CF: Fale um pouco sobre o processo de composição do personagem.

CF: O que foi mais difícil em fazer no filme?

 

CF: E o que foi mais gratificante?

CF: Como foi o contato com a cidade, onde vocês gravaram o filme, e o que você mais levou da produção do filme para a sua vida? O que você aprendeu com o Ruben?

CF: E o que você diria para o Ruben se você fosse amigo dele?

CF: Para finalizar, quais são seus próximos projetos?

 

 

 

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Carol Cruz

Uma pessoa completamente apaixonada pela cultura (por todo tipo de cultura), uma produtora vidrada pelo mundo do teatro, principalmente dos musicais. Viciada em uma adrenalina de uma produção, seja ela em um ao vivo ou em um evento. Fofurices me encantam mas Caetano também. Escreve culturalmente através deste blog!

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