O musical “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos” estreia no Rio de Janeiro

12662451_913437318732893_5119257835762057917_nDepois de uma temporada de sucesso em São Paulo, o musical Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos estreia no Rio de Janeiro na próxima sexta-feira (4). O espetáculo é uma adaptação  da obra homônima de Pedro Almodóvar feita e dirigida por Miguel Falabela. A homenagem ao cineasta espanhol conta histórias de três mulheres que estão enfrentando problemas amorosos e dilemas da vida feminina.

No palco: Marisa Orth, Stella Miranda, Juan Alba, Helga Nemeczyk, Daniel Torres, Ivan Parente, Erika Riba, Carla Vazquez Bruna Pazinato, Clara Verdier, Giovaa Zotti, Nay Fernandes, Tassia Cabanas, Arízio Magalhães, Betto Marque Carlos Leça, Frank Tavantti, Kikorndo Valle e Oscar Fabião.

A história: Pepa (Marisa Orth), uma atriz que guarda em segredo sua gravidez, é abandonada pelo amante e se vê perdida. Candela (Helga Nemeczyk), sua melhor amiga, se apaixona por um terrorista e decide pedir ajuda a sua confidente temendo parar na cadeia como cúmplice. Lúcia (Stella Miranda), mulher do amante de Pepa, resolve se vingar do ex-marido nos tribunais depois de ter sido deixada por ele. O resultado é um dia conturbado de encontros e desencontros, em um espetáculo que não deixa de lado o humor que conduz uma comédia musical.477x299-1215e988373b70660245f2bf3cddcfd2

Marisa, que entra no palco como a Pepa, conta que sua personagem é muito extrema, super atrapalhada e também super apaixonada. “Quando ela está chorando, o público está rindo; e quando está rindo, o público provavelmente estará chorando.”

A produção de Mulheres à Beira de um Ataque realmente é bem caprichada. Muitos detalhes foram pensados para a pessoa realmente se sentir nos anos 80 – ano em que se passa a história – e em um lugar mais latino. O figurino é todo pensado nisso com cores fortes, bolas, flores e listras presentes nos tecidos e no estilo de cada personagem.

A cenografia, assinada por J.C. Cerroni, traz Madrid para o palco. São 25 lugares retratados no palco, e ainda a cada cinco minutos tem uma troca. “É um palco com muitos efeitos e movimentações alucinantes que exigem oito ou nove maquinistas operando.” Diz Cerroni.

Para completar a produção, a direção musical, assinada por André Cortada, vem com todo clima latido para contagiar o público. E as coreografias ficaram por canta da grande Roberta Chamma, que teve a responsabilidade de trazer movimento para a peça e ajudar na transição de tempo. “É um duplo trabalho coreográfico, no qual tudo é cronometrado, num formato diferente do que já se viu. Com o Almodóvar tudo pode, com o Miguel então, vira loucura!”.

Bem, toda essa produção com direção de Miguel que afirma que todas as mulheres vão se identificar com a peça. E que os homens com certeza, vão identificar algumas situações, também.

Serviço

Onde? Teatro Oi Casa Grande.

Rua Afrânio de Melo Franco, 290. Lebon.

Quando? a partir do próximo dia 04.

Sexta às 21h | Sábado às 17h30 e 21h | Domingo às 17h30

Ingressos? entre R$50,00 à R$180,00

Na bilheteria ou no site.

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Carol Cruz

Uma pessoa completamente apaixonada pela cultura (por todo tipo de cultura), uma produtora vidrada pelo mundo do teatro, principalmente dos musicais. Viciada em uma adrenalina de uma produção, seja ela em um ao vivo ou em um evento. Fofurices me encantam mas Caetano também. Escreve culturalmente através deste blog!

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